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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Qual a importância da ressonância de Schumann?

Qual a importância da ressonância de Schumann?

No âmbito da ciência, a Ressonância Schumann é um fenômeno de interesse quase exclusivo dos meteorologistas - ele permite monitorar indiretamente o nível global de incidência de descargas elétricas na atmosfera, pois grande parte delas ocorre em regiões isoladas ou inacessíveis. Muitos pesquisadores da NASA utilizam medidas da Ressonância Schumann rotineiramente para seus estudos da precipitação pluviométrica e do aquecimento global.

Como os relâmpagos estão associados às chuvas e tempestades e estas, por sua vez, à temperatura do nosso planeta, o aumento da intensidade das ondas estacionárias detectadas indica maior incidência de descargas elétricas e estas, de chuvas e tempestades. E, por fim, o aumento da incidência destas últimas indica o aumento da temperatura do planeta.

Assim, um acréscimo de cerca de 7% na incidência de descargas elétricas permite inferir que há um aquecimento global da ordem de 1 ºC. Esta porcentagem deve ser tomada com ressalvas, pois há uma discrepância muito grande nos valores encontrados por nós em diferentes pesquisas. A mesma variação de temperatura, 1 ºC, está relacionada a diferentes porcentagens de acréscimo na incidência de descargas elétricas, desde 5% até 40%.

Mais recentemente, nos últimos dez anos, a Ressonância Schumann tem interessado também aos biofísicos e neurocientistas. Uma razão para justificar esse interesse está na coincidência entre as faixas de freqüências de ondas cerebrais detectadas nos eletroencefalogramas (ondas teta, de 4 a 7 Hz; ondas alfa, de 8 a 13 Hz e ondas beta, de 14 a 30 Hz). Há várias pesquisas já realizadas e outras em curso buscando encontrar possíveis relações e conseqüências decorrentes da proximidade entre os valores das nossas freqüências cerebrais e das freqüências da Ressonância Schumann. Nenhuma delas permite inferências muito relevantes, todas as que encontramos estão ainda ao nível da especulação.

Deve-se lembrar que a descoberta do fenômeno é recente mas o fenômeno não, pois ele depende predominantemente de causas naturais - a radiação solar, os raios cósmicos e as descargas elétricas na atmosfera - sobre as quais ainda temos pouca influência. Assim, se existe alguma interação entre a Ressonância Schumann e os seres vivos ela deve ter se mantido praticamente inalterável há séculos e, presumimos, ela já está incorporada a nossa história genética.

Por essa razão, presume-se que algo notável só poderia ocorrer se o fenômeno apresentasse alguma alteração brusca e relevante. Essa é a hipótese em que se assentam os estranhos vaticínios de Leonardo Boff, ou melhor, de sua fonte, o guru Gregg Braden, 50 anos, "rara mistura de cientista, visionário e sábio com a habilidade de falar para as nossas mentes", como ele se apresenta em seu site http://www.greggbraden.com/.

Leia mais http://blogdoprotasio.blogspot.com/2008/09/ressonncia-schumann-e-disparada-do_168.html

1 Comentário:

Brasil Empreende disse...

Ola visitei seu blog e gostei muito e gostaria de convidar para acessar o meu também e conferir a postagem: “Chiclete: Um novo ponto de vista!!!” Estamos realizando, também, enquetes e gostaríamos de contar com o voto de vocês.
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Atenciosamente,
Sebastião Santos.

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