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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

As Origens de Jim Humble - MMS ou simplismente clorito de sódio [NACLO2]

As Origens de Humble
O protocolo do MMS foi desenvolvido por Jim Humble, um pesquisador de ouro e metalúrgico, durante uma expedição em busca de ouro nas selvas da América do Sul. Surgiu como a reação à necessidade de ajudar um membro de sua expedição que caiu doente com malária, a mais de dois dias de distância da mina mais próxima, no meio da densa floresta. Com muitos anos de experiência, Humble sempre levava consigo oxigênio estabilizado nessas expedições, para tornar a água potável. Face à possibilidade de rapidamente perder uma vida, ele deu-o ao homem doente. Para espanto de todos, ele ficou bom em poucas horas. Isso certamente pareceu um milagre, mas Humble quis compreender melhor o que tinha acontecido.

Durante o período de vários anos, Jim Humble descobriu o que tornava o oxigênio estabilizado tão eficiente em alguns casos de malaria; não era o oxigênio, mas sim o vestígio de dióxido de cloro. Mais pesquisas, o levaram a descobrir centenas, senão milhares, mais de unidades de dióxido de cloro do que as que são encontradas no oxigênio estabilizado. Isto é, usando uma concentração maior de clorito de sódio (28% vs. 3% para o oxigênio estabilizado), junto a um ativador. A prova da eficácia deste protocolo simples comprovou-se ao ajudar com sucesso mais de 75.000 pessoas, em várias nações Africanas - incluindo o Uganda e o Malawi - a livrarem-se de doenças como principalmente malária, mas também hepatite, câncer e AIDS.

Jim Humble registrou suas experiências em dois livros digitais que estão disponíveis para baixá-los na página www.miraclemineral.org. O livro intitula-se The Miracle Mineral Supplement of the 21st Century (O suplemento mineral milagroso do séc. 21). A primeira parte, cujo “download” é grátis, conta como começou. A segunda parte, que custa US$9.95, continua com a história, expõe a química envolvida, assim como dá as instruções exatas de como preparar a solução pessoalmente. (Existe uma edição do livro em papel). Isto é importante, porque uma vez que entenda a química envolvida, com a absoluta ausência de efeitos colaterais, para além das náuseas e vômitos quando as toxinas e os organismos patogênicos estão sendo expelidos, torna-se uma opção que, quem quer que sofra de uma sobrecarga de toxinas, deve experimentar por conta própria.

Qualquer pessoa pode estar sobrecarregada com toxinas. Alguns estão assim mas não o admitem. Outros preferem apenas pensar que não estão assim. Se sua saúde não é perfeita... você está geralmente em carência de energia, se tem problemas em reduzir o peso, a pressão sanguínea está sempre alterada, ou se lida com constante inflamação ou dor, então existe a possibilidade de haver a intervenção de uma toxina, metal pesado, vírus, bactéria ou parasita. A medicina tradicional tipicamente responderá, sobrecarregando você com poluentes adicionais, muitos dos quais matam indiscriminadamente tecido saudável enquanto vão em busca dos "vilões". Tal não acontece com o dióxido de cloro. Ele apenas age sobre as presenças prejudiciais. Milagre ou não, os efeitos são maravilhosos. Eu votaria pelo Suplemento Mineral Maravilhoso, de caras!

Nas próximas paginas, vou descrever o protocolo do MMS. Quando é aplicado, ele produz e distribui dióxido de cloro pelas células vermelhas do sangue, o que o torna no mais potente matador de organismos patogênicos conhecido na natureza.

Mas primeiro, um pouco da base química.

O dióxido de cloro e o cloro, não são a mesma coisa. O cloro é um elemento químico.Em forma de íon, o cloro faz parte do sal comum e de outros compostos necessários à maioria das formas de vida, incluindo a humana. Sendo um poderoso agente oxidante, ele é o íon mais abundante dissolvido nas águas dos oceanos, combinando-se rapidamente com quase qualquer elemento, incluído o sódio com o qual forma cristais de sal, e com magnésio formando o cloreto de magnésio.

O dióxido de cloro é um composto químico que consiste de um íon de cloro associado a dois íons de oxigênio.

Os agentes oxidantes são compostos químicos que aceitam logo elétrons de "doadores de elétrons". Adquirem os elétrons através de reações químicas. Isto é importante na relação com o dióxido de cloro porque todos os organismos patogênicos são doadores de elétrons.

O dióxido de cloro é extremamente volátil. Pode-se chamá-lo "de temperamento explosivo", mas de uma forma benéfica. Essa volatilidade é o fator chave para a eficácia do dióxido de cloro como destruidor de seres patogênicos.

O composto é literalmente explosivo; tão explosivo que não é seguro transportá-lo em qualquer quantidade. Portanto, é prática comum produzir o dióxido de cloro no local onde será usado. O dióxido de cloro tem sido usado por exemplo, em sistemas de tratamento de águas, onde começa a substituir o cloro porque não cria subprodutos carcinogênicos. O dióxido de cloro foi aprovado pela Agencia de Proteção Ambiental dos E.U., ao remover com segurança organismos patogênicos e agentes contaminadores como o Antraz. Portanto sabemos que deve ser eficaz. Contudo, as concentrações usadas em tais aplicações podem variar de 500 a 6000 partes por milhão (ppm), as quais certamente seriam mortais se usadas nos indivíduos. Usando o protocolo do MMS você produzirá dióxido de cloro na faixa de 1 ppm.

Você usará a solução do MMS, a qual é segura para transportar, para preparar um purificador de elementos patogênicos, não agressivo à natureza.

O MMS é uma solução de 28% de clorito de sódio em água destilada. Você pode produzir dióxido de cloro, ao adicionar um ativador como o vinagre, suco de limão ou uma solução de 10% de ácido cítrico. Estes dois últimos ativadores são recomendados a uma pessoa que tenha a doença de Lyme.

As aplicações de dióxido de cloro variam de 1 gota a um máximo de 15, exceto em situações de risco de vida, onde a dose máxima pode ser duplicada. Uma aplicação de manutenção pode ser de 6 gotas, com 1/4 de colher de chá de ativador adicionado. Após juntar o ativador, a reação química que transforma o clorito de sódio em dióxido de cloro toma cerca de 3 minutos.

O ingrediente ativador do vinagre que torna possível a mudança, é o ácido acético. Também prepara o terreno para quando os íons de dióxido de cloro entrarem na corrente sanguínea. Este ácido fraco funciona como uma cápsula detonante ao baixar o PH do dióxido de cloro sem desativá-lo.

O PH natural do clorito de sódio é 13. Juntando vinagre, limão, ou acido cítrico, criam-se cerca de 3 mg de dióxido de cloro instável, ainda que inofensivo.

http://miraclemineral.com.br/

Nada de Milagre, Apenas Química Maravilhosa - O MMS Desmistificado

USE CONTRA A GRIPE A H1N1 ou influenza suina

Nada de Milagre, Apenas Química Maravilhosa
 
O MMS Desmistificado

Durante o último par de semanas, tenho estado aprendendo e experimentando sobre algo maravilhoso; que tem implicações para todos nós. É um procedimento que envolve a precipitação de um solvente químico, dióxido de cloro, em quantidades bastante reduzidas para ser ingerido com segurança, mas grandes o suficiente para matar organismos patogênicos que habitam em nosso corpo roubando sua energia, envenenado-o com detritos e tornando-o mais vulnerável a doenças. Se esta não for a sua realidade, será pelo menos a situação de alguém que você conhece e ama.

O produto chama-se MMS, que significa "miracle mineral supplement" (suplemento mineral milagroso). Uma suspeita se levanta quando o termo "milagroso" é usado para descrever algo que nos espanta, ou quando não entendemos como isso funciona ou atua. Neste caso, é verdadeiramente espantoso. No entanto, é possível obter uma explicação porque o MMS e' tão eficiente como destruidor de seres patogênicos; o dióxido de cloro faz isso. Mas quando você entender a química, verá que não é um milagre... apenas se parece com um.

O Processo

Vamos falar um pouco mais sobre como e porquê o dióxido de cloro funciona para dar uma vida nova ao sistema imunológico.

A volatilidade é o que torna eficaz ao dióxido de cloro na presença de elementos patogênicos. Como mencionamos, o dióxido de cloro é um desinfetante seguro e eficiente usado em muitos sistemas de distribuição de água, em hospitais, e mesmo no combate ao bioterrorismo. É lógico que possa funcionar com a mesma eficácia na água do corpo humano. A extrema volatilidade do dióxido de cloro impede que os organismos patogênicos criem resistência. Principalmente quando colidem, estes deixam de existir. E ainda assim, as células saudáveis e as bactérias benéficas permanecem intocadas.

Os níveis normais de oxigênio no sangue não conseguem destruir todas as células patogênicas presentes nos quadros de doença, mas a aplicação de dióxido de cloro muda tudo.

“Alto! Entregue Seus Elétrons, Agora!”

Quando um íon de dióxido de cloro entra em contacto com um organismo patogênico, ele atrai imediatamente até cinco elétrons desse organismo, no que pode ser chamado de explosão microscópica... inofensiva para nós, mas terminal para a célula patogênica.

O elemento patogênico – um doador de elétrons – tornou-se inofensivo devido à entrega involuntária de seus elétrons para o dióxido de cloro – um receptor de elétrons – com a liberação de energia resultante. Oxidado pelo íon de cloro, o ex-elemento patogênico torna-se um sal inofensivo. Este processo beneficia um corpo que se tornou tóxico.

Onde quer que no organismo, os íons de dióxido de cloro transportados pelas células vermelhas do sangue, encontrem elementos patogênicos, estes entregam seus elétrons e deixam de existir. As células armadas com dióxido de cloro só “detonam” em contato com elementos patogênicos, que incluem as bactérias nocivas, os vírus, as toxinas, os metais pesados e os parasitas. Todos estes têm um padrão de PH fora dos limites normais de uma boa saúde. Eles também terão uma carga iônica positiva. As células contendo o dióxido de cloro, não oxidam as bactérias benéficas nem as células saudáveis, pois seus níveis de PH são 7 ou acima, e contêm uma carga iônica negativa.

Os íons de dióxido de cloro oxidarão – significando, vaporizarão – as células enfermas... algo que está ácido, com carga iônica positiva.


Se o dióxido de cloro não encontrar elementos patogênicos ou outros venenos, ele se transforma em sal de mesa ou em ácido hipocloroso que também é aceito pelo organismo.

...


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